Pessoas, processos e produtos.

Gosto muito de um programa que é exibido no canal History,  que se chama o Sócio. Neste reality show o empresário e investidor Marcos Lemonis, escolhe uma empresa (muitas vezes uma média empresa) e  familiar, que  possa realmente oferecer  ainda, algo mais, ao mercado, mas está afundada em dívidas. Marcos, investe uma grana para salvar estas empresas, mas antes ele precisa conhecer a empresa, as pessoas que trabalham lá, os processos e produtos e só ai ele faz a proposta, porque como o próprio nome do reality diz, ele se torna sócio destas empresas.

São 3 coisas que pesam na hora de decidir: pessoas, processos e produtos.

Ele analisa como estão as condições de todas as pessoas que trabalham na empresa escolhida, como está a motivação, como os funcionários são  valorizados, avalia se realmente está desempenhando as funções inerentes ao trabalho e se está ocupando o cargo correto de acordo com suas competências e capacidade. Pode acontecer de pessoas serem demitidas ou realocadas.

Vou focar em falar sobre pessoas, porque processos e produtos acabam(acredito , eu)  ganhando mais atenção que de fato  os  fazedores de coisas, que contribuem para   que a sua empresa seja orgânica, cresça e funcione.

Sou formada em Gestão de RH, já liderei uma pequena equipe e sei o quanto o foco nas pessoas  pode fazer  toda a diferença. O que eu percebo é que nesta onda empreendedora que se alastra , empresas focam em desenvolver o produto perfeito  e acaba deixando aquele  colaborador da sua linha de frente sem uma preparação, um treinamento para prestar o melhor serviço, vender o produto transformador ou  prestar o suporte encantador. Vamos a um exemplo: você monta um micronegócio de telefonia que  vai oferecer uma solução transformadora para o recebimento de chamadas de empresas. Você precisa de um colaborador  para vendas, para fazer o atendimento de vendas, o pós-vendas, para acompanhar o cliente durante a configuração e contratação, certo? Porém não treina este colaborador, não dá suporte para  que ele faça o melhor atendimento possível, não paga uma salário compatível com o mercado, não oferece suporte interno ao funcionário e por outro lado este funcionário tem uma meta  a ser batida mas sem muita estrutura para tal.

O fato é, que depois de uns meses, o fazedor de coisas da sua empresa vai ficar desmotivado por correr atrás de algo que infelizmente pode estar longe de alcançar. Bom, isso tudo é só minha opinião e o desejo de compartilhar reflexões.

Se você está iniciando o seu negócio e já tem pessoas trabalhando ao seu lado, acreditando no seu sonho e te ajudando a fazer acontecer, comece desde o início valorizando aqueles que o cerca. Comece a pensar em pessoas, processos e produtos talvez nesta mesma ordem, porque sem as pessoas(colaboradores, fornecedores) o seu produto ou processo pode não funcionar.

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Isto é o que eu acredito quando se trata de pessoas dentro de organizações e se  for um micronegócio, que está começando a gente tem a chance de já fazer tudo certo desde o início: foco nas pessoas.

Até mais!

Joyce Coeli

Assistente pessoal remoto

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